Ontem ao telefone disseram-me o seguinte:
“...(...) e eu continuo á espera, com aquele aperto no coração que não me deixa respirar, comer, andar(...) em cada esquina, em cada carro, em cada clic de isqueiro que acende um cigarro vejo-te, sinto-te (...)mas eu quero-te urgentemente.
Ficarei á tua espera mesmo que isso seja para sempre(...)”
Desligo o telefone perturbado
Vou dar uma volta ao quarteirão.
Acendo um cigarro e paro a ver um carro que está á venda
Caminho mais um bocado
Volto a entrar no prédio
E eis senão que....
Pego no telefone ligo de volta a marcar um café para cinco minutos depois
Acendo mais um cigarro
Vou ao Corcel e a coisa acaba aqui
Moral da história:
Depois do que se vi á uns Sábados atrás num bar, acho que não me meto em mais aventuras...
terça-feira, outubro 03, 2006
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