terça-feira, outubro 03, 2006

Ontem ao telefone disseram-me o seguinte:

“...(...) e eu continuo á espera, com aquele aperto no coração que não me deixa respirar, comer, andar(...) em cada esquina, em cada carro, em cada clic de isqueiro que acende um cigarro vejo-te, sinto-te (...)mas eu quero-te urgentemente.
Ficarei á tua espera mesmo que isso seja para sempre(...)”


Desligo o telefone perturbado












Vou dar uma volta ao quarteirão.












Acendo um cigarro e paro a ver um carro que está á venda












Caminho mais um bocado














Volto a entrar no prédio














E eis senão que....













Pego no telefone ligo de volta a marcar um café para cinco minutos depois













Acendo mais um cigarro















Vou ao Corcel e a coisa acaba aqui








Moral da história:
Depois do que se vi á uns Sábados atrás num bar, acho que não me meto em mais aventuras...

Sem comentários:

  • All Brain
  • Casa do Quintal
  • Casa das Artes Famalicão
  • Caixa Geral de Despojos
  • Diario
  • Google News
  • ISLA
  • Porto em Fotografia
  • Portuense
  • Quintas de Leitura TAC
  • Silvia Sem Filtro
  • Spray Criativo
  • Termas de Caldelas
  • Triplex
  •