A presunção da inocência é um principio inatacável. È a única coisa certa diante de tanta poeira, tanta coisa mal dita, tanto patoá exagerado.
Declarações de absoluta inocência juradas por aqueles que em tempos eram amigos, merecem-me todo o respeito, mas valem o que valem. Lembrei-me que as pessoas escondem coisas, coisas que vão arrumando nas entranhas de um ser, que embaraçam, que vão comprometendo. Não penso que se pode conhecer absolutamente uma pessoa. Não pode.
quarta-feira, outubro 25, 2006
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