
Eis tu,
De Olhar cândido doce lascivo
De pescoço aveludado, macio
Mãos belas de toque delicado, doce.
Ficas sentada calma.
Esbelta
Com essa sensualidade invulgar
Tranquila,
Meticulosa
Atrevida
Tens um corpo de fada
Desses contos antigos quentes e calmos.
Saída de uma qualquer Odisseia.
De uma mitologia rara, incomum.
De repente dou por mim a pensar.
Penso em ti.
No teu toque
No teu peito,
Nos ombros desnudados,
Capazes de fazer as delicias de um destro homem
Morrendo de amores por ti.
Por aquilo que representas
Por aquilo em que te transformas.
Diariamente.
Eis tu
Mãe.
Bonita e singela.
Estendes-te languidamente naquele sofá.
Tão compadecida
Tão pura, tão tu.
De Olhar cândido doce lascivo
De pescoço aveludado, macio
Mãos belas de toque delicado, doce.
Ficas sentada calma.
Esbelta
Com essa sensualidade invulgar
Tranquila,
Meticulosa
Atrevida
Tens um corpo de fada
Desses contos antigos quentes e calmos.
Saída de uma qualquer Odisseia.
De uma mitologia rara, incomum.
De repente dou por mim a pensar.
Penso em ti.
No teu toque
No teu peito,
Nos ombros desnudados,
Capazes de fazer as delicias de um destro homem
Morrendo de amores por ti.
Por aquilo que representas
Por aquilo em que te transformas.
Diariamente.
Eis tu
Mãe.
Bonita e singela.
Estendes-te languidamente naquele sofá.
Tão compadecida
Tão pura, tão tu.
1 comentário:
olhar inegavelmente ambíguo!!
(sorte a da mãe...!?)
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