Uma questão de nervos:
Apeteceu-me escrever este post, por causa de uma conversa que tive com a Sofia, precisamente sobre relações.
Não sei o que se passa hoje em dia, mas pelos vistos, este tem sido tema de conversa comum entre amigos nos ultimos tempos.
Não só comigo, mas regra geral.
Relações que começam, outras que se mantem, outras que acabam e outras que se desencontram.
Falou-se a respeito de fidelidades, num grande passeio por entre a baixa e a meio dos Leões, em mais um serão de fotografia.
Estávamos no Piolho ainda á pouco a olhar para casais juntos, num fim de tarde frio, como estes que se tem sintido aqui.
Invejei, o facto de vê-los, tão quietos, tão românticos numa cidade tão............pura como o Porto.
Olhei para ela e piscamos os olhos.
O Porto tem este poder.
Algo que prende.
De que se falou realmente foi da questão de nos sentirmos presos.
realmente isso a cidade tem.
Desvantagem?
Toda.
O Porto prende. vicia.
Achei piada, pelo facto de ser eu do Porto e neste caso a Sofia ser lá de cima de Cerveira.
Sim, outra terra que tal.
MAs depois de passarmos algumas experiências em comum, como aquela em que nos encontramos por acaso nos Restauradores em Lisboa e haver de repente aquele sentimento de partnership, exactamente por nos encontrarmos longe da nossa terra e termos os dois a mesma dificuldade em digerirmos Lisboa.
Essa semana lá foi brilhante, apenas porque estivemos os dois em trabalho, remetendo-nos a um café, a um jantar, apenas para não nos sentirmos sozinhos ali, na capital.
Pois bem.
Depois daquilo que falamos e agora a escrever ainda a quente, a unica coisa que me ocorre é na mesma o sentimento de companheirismo.
Depois de ter perdido alguns poucos minutos a pensar sobre ese assunto e depois de ter olhado para as fotografias que foram tiradas na baixa, é mesmo o partnership, o estar fora.
Cada vez mais, preciso de uma companhia para descobrir os cantos mais recônditos da cidade, tanto do Porto, como dessas cidades carregadas de história.
De repente lembrei-me. Do que preciso mesmo é de um Golden Retriever.
Quanto á companhia, bem, depois logo se vê.
Muito antes de ter uma boa namorada (o), ter um(a) optima(o) amiga(o)...
terça-feira, maio 15, 2007
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5 comentários:
Boa;
Uma namorada por melhor que seja, tem sempre aquele risco de nos deixar, pelo menos o Golden é para toda a vida.
Gostei da comparação eheheheheh
Descobrir o Porto com um Golden Retriever.
Óbidos? Santarém? Marvão?
Post excelente, parabens, principalmente a parte do Golden, é um belo cão, mas não preferes um Pointer?
Foste exactamente de encontro áquilo que estivemos a falar.
A ideia de explorar uma terra por mais pequena que seja, só na bela companhia de um cão.
Passaste-te?
Um Golden Retriever?
Já fiz a mesma coisa com um Bouvier do Apenzel e digo-te:
Experiência para repetir.
Os Serra D'aires são uma óptima companhia, quando a Zóia tiver prole eu ofereço-te um! ;) Fica prometido!
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